Em duas semanas teremos o primeiro evento de nosso portal. O tema será, ONegociodoVarejo…Mudou. Estarei presente em São Paulo e terei a honra de ser um dos palestrantes no Rio.

Venho pensando no tema, em como abordar o meu trabalho que envolve múltiplos canais de venda. Em minha viagem a Euroshop em fevereiro coletei diversos exemplos. Mas esse assunto fica para a próxima coluna e para nosso evento.

Na semana passada estava ministrando uma aula de marketing de varejo na cidade de São Paulo pela FGV e levei minha turma a andar pela Oscar Freire em uma visita técnica.

Foi muito divertido.

Andamos pela loja conceito da Melissa, pela nova Flagship da RCHL (é a futura assinatura da Riachuelo, copiando o modelo RBK feito para a Reebook), além da loja da Adidas, Nike e vitrines de diversas.

Acho que ministrar uma aula de varejo sem estar conectado ao mundo real é algo sem sentido. Fotos e filmes são bacanas, mas ir na loja é uma experiência sem igual.

Ao longo do passeio muitos alunos me perguntaram: Roberto, essas lojas estando aqui para ganhar dinheiro ou apenas para construir a Marca?

Confesso que não soube responder com precisão. A principio, voltando ao Be a Bá do varejo, todo Ponto de Venda deveria cumprir obrigatoriamente essas duas funções, sem detrimento uma da outra. Servir de vitrine para a Marca e ser rentável e portanto dar lucro.

O que nos leva a refletir sobre a irracionalidade dos preços no Brasil do imóvel comercial.

Um amigo passou alguns meses em Nova York estudando a abertura de um ponto. Querem saber quanto custa uma loja de uns 100 metros quadrados no Soho? Em torno de U$ 500.000,00 a U$1.000.000,00 de dólares ao ano. Algo como R$ 100.000,00 a R$ 200.000,00 por mês. Acham alto?

Perguntem a um corretor quanto custa o ponto de uma loja de tamanho semelhante na região da Oscar? Eu perguntei para um cliente. R$ 2.500.000,00 de luvas no ato e R$ 80.000,00 por mês.

No Be a Bá do varejo, luvas são simplesmente uma antecipação do aluguel.

Por mais que os índices de desenvolvimento de São Paulo sejam ótimos, continuamos sendo Brasil. E Nova York, particularmente o Soho, o centro do mundo e do fashion design.

Eles não podem cobrar menos que nós.

Quer dizer, eles podem.

Nós que não podemos cobrar igual ou mais que eles.

Simples assim!

Da mesma forma me refiro aos projetos de lojas, preços de arquitetos e demais fornecedores.

Reclamamos enquanto pessoas físicas do preço do restaurante, mas somos aqueles que cobramos um preço sem coerência por uma consultoria, serviços ou produtos. Acho que todo os serviços ligados ao varejo deveriam refletir sobre nossas práticas e preços. De Shoppings a fornecedores diversos.

Quando pensamos nas estratégias de marketing dos varejistas, é muito bacana ter site, vender pela internet, usar mídias sociais como ferramentas de engajamento, desenvolver modelos de venda via multicanais e utilizar tecnologia de ponta dentro do ponto de venda.

Mas estamos, mais uma vez, nos esquecendo do Be a Bá. Ficamos tão fascinados com essas ferramentas que acreditamos que elas são o final, a razão de nosso sucesso. Não é verdade.

O que nos diferenciará, a não ser que seja um legitimo participante do Mercado de Luxo, é oferecer produtos e serviços com qualidade a preços justos. O negocio do varejo pode estar mudando, mas a base permanece a mesma.

Exponha seu produto novo na vitrine de sua loja e pesquise com sua equipe de vendas uma semana depois para sentir o resultado.

Se vendeu tudo, você acertou no modelo e no preço. Se entraram pessoas e não compraram, o produto atrai, mas o preço ou algo no produto não está bom. Se ninguém perguntou, o produto não foi aprovado. Tente dar descontos e parta para outra tentativa.

Varejo é composto de detalhes simples. Faça o simples e tenha sucesso. Sua loja vai estar sempre cheia de gente. Sabem como é, somente necessita seguir as regras do Be a Bá.

Até nosso próximo encontro.

Roberto Kanter. Em duas semanas teremos o primeiro evento de nosso portal. O tema será, ONegociodoVarejo…Mudou. Estarei presente em São Paulo e terei a honra de ser um dos palestrantes no Rio.

Venho pensando no tema, em como abordar o meu trabalho que envolve múltiplos canais de venda. Em minha viagem a Euroshop em fevereiro coletei diversos exemplos. Mas esse assunto fica para a próxima coluna e para nosso evento.

Na semana passada estava ministrando uma aula de marketing de varejo na cidade de São Paulo pela FGV e levei minha turma a andar pela Oscar Freire em uma visita técnica.

Foi muito divertido.

Andamos pela loja conceito da Melissa, pela nova Flagship da RCHL (é a futura assinatura da Riachuelo, copiando o modelo RBK feito para a Reebook), além da loja da Adidas, Nike e vitrines de diversas.

Acho que ministrar uma aula de varejo sem estar conectado ao mundo real é algo sem sentido. Fotos e filmes são bacanas, mas ir na loja é uma experiência sem igual.

Ao longo do passeio muitos alunos me perguntaram: Roberto, essas lojas estando aqui para ganhar dinheiro ou apenas para construir a Marca?

Confesso que não soube responder com precisão. A principio, voltando ao Be a Bá do varejo, todo Ponto de Venda deveria cumprir obrigatoriamente essas duas funções, sem detrimento uma da outra. Servir de vitrine para a Marca e ser rentável e portanto dar lucro.

O que nos leva a refletir sobre a irracionalidade dos preços no Brasil do imóvel comercial.

Um amigo passou alguns meses em Nova York estudando a abertura de um ponto. Querem saber quanto custa uma loja de uns 100 metros quadrados no Soho? Em torno de U$ 500.000,00 a U$1.000.000,00 de dólares ao ano. Algo como R$ 100.000,00 a R$ 200.000,00 por mês. Acham alto?

Perguntem a um corretor quanto custa o ponto de uma loja de tamanho semelhante na região da Oscar? Eu perguntei para um cliente. R$ 2.500.000,00 de luvas no ato e R$ 80.000,00 por mês.

No Be a Bá do varejo, luvas são simplesmente uma antecipação do aluguel.

Por mais que os índices de desenvolvimento de São Paulo sejam ótimos, continuamos sendo Brasil. E Nova York, particularmente o Soho, o centro do mundo e do fashion design.

Eles não podem cobrar menos que nós.

Quer dizer, eles podem.

Nós que não podemos cobrar igual ou mais que eles.

Simples assim!

Da mesma forma me refiro aos projetos de lojas, preços de arquitetos e demais fornecedores.

Reclamamos enquanto pessoas físicas do preço do restaurante, mas somos aqueles que cobramos um preço sem coerência por uma consultoria, serviços ou produtos. Acho que todo os serviços ligados ao varejo deveriam refletir sobre nossas práticas e preços. De Shoppings a fornecedores diversos.

Quando pensamos nas estratégias de marketing dos varejistas, é muito bacana ter site, vender pela internet, usar mídias sociais como ferramentas de engajamento, desenvolver modelos de venda via multicanais e utilizar tecnologia de ponta dentro do ponto de venda.

Mas estamos, mais uma vez, nos esquecendo do Be a Bá. Ficamos tão fascinados com essas ferramentas que acreditamos que elas são o final, a razão de nosso sucesso. Não é verdade.

O que nos diferenciará, a não ser que seja um legitimo participante do Mercado de Luxo, é oferecer produtos e serviços com qualidade a preços justos. O negocio do varejo pode estar mudando, mas a base permanece a mesma.

Exponha seu produto novo na vitrine de sua loja e pesquise com sua equipe de vendas uma semana depois para sentir o resultado.

Se vendeu tudo, você acertou no modelo e no preço. Se entraram pessoas e não compraram, o produto atrai, mas o preço ou algo no produto não está bom. Se ninguém perguntou, o produto não foi aprovado. Tente dar descontos e parta para outra tentativa.

Varejo é composto de detalhes simples. Faça o simples e tenha sucesso. Sua loja vai estar sempre cheia de gente. Sabem como é, somente necessita seguir as regras do Be a Bá.

Até nosso próximo encontro.

Roberto Kanter. Em duas semanas teremos o primeiro evento de nosso portal. O tema será, ONegociodoVarejo…Mudou. Estarei presente em São Paulo e terei a honra de ser um dos palestrantes no Rio.

Venho pensando no tema, em como abordar o meu trabalho que envolve múltiplos canais de venda. Em minha viagem a Euroshop em fevereiro coletei diversos exemplos. Mas esse assunto fica para a próxima coluna e para nosso evento.

Na semana passada estava ministrando uma aula de marketing de varejo na cidade de São Paulo pela FGV e levei minha turma a andar pela Oscar Freire em uma visita técnica.

Foi muito divertido.

Andamos pela loja conceito da Melissa, pela nova Flagship da RCHL (é a futura assinatura da Riachuelo, copiando o modelo RBK feito para a Reebook), além da loja da Adidas, Nike e vitrines de diversas.

Acho que ministrar uma aula de varejo sem estar conectado ao mundo real é algo sem sentido. Fotos e filmes são bacanas, mas ir na loja é uma experiência sem igual.

Ao longo do passeio muitos alunos me perguntaram: Roberto, essas lojas estando aqui para ganhar dinheiro ou apenas para construir a Marca?

Confesso que não soube responder com precisão. A principio, voltando ao Be a Bá do varejo, todo Ponto de Venda deveria cumprir obrigatoriamente essas duas funções, sem detrimento uma da outra. Servir de vitrine para a Marca e ser rentável e portanto dar lucro.

O que nos leva a refletir sobre a irracionalidade dos preços no Brasil do imóvel comercial.

Um amigo passou alguns meses em Nova York estudando a abertura de um ponto. Querem saber quanto custa uma loja de uns 100 metros quadrados no Soho? Em torno de U$ 500.000,00 a U$1.000.000,00 de dólares ao ano. Algo como R$ 100.000,00 a R$ 200.000,00 por mês. Acham alto?

Perguntem a um corretor quanto custa o ponto de uma loja de tamanho semelhante na região da Oscar? Eu perguntei para um cliente. R$ 2.500.000,00 de luvas no ato e R$ 80.000,00 por mês.

No Be a Bá do varejo, luvas são simplesmente uma antecipação do aluguel.

Por mais que os índices de desenvolvimento de São Paulo sejam ótimos, continuamos sendo Brasil. E Nova York, particularmente o Soho, o centro do mundo e do fashion design.

Eles não podem cobrar menos que nós.

Quer dizer, eles podem.

Nós que não podemos cobrar igual ou mais que eles.

Simples assim!

Da mesma forma me refiro aos projetos de lojas, preços de arquitetos e demais fornecedores.

Reclamamos enquanto pessoas físicas do preço do restaurante, mas somos aqueles que cobramos um preço sem coerência por uma consultoria, serviços ou produtos. Acho que todo os serviços ligados ao varejo deveriam refletir sobre nossas práticas e preços. De Shoppings a fornecedores diversos.

Quando pensamos nas estratégias de marketing dos varejistas, é muito bacana ter site, vender pela internet, usar mídias sociais como ferramentas de engajamento, desenvolver modelos de venda via multicanais e utilizar tecnologia de ponta dentro do ponto de venda.

Mas estamos, mais uma vez, nos esquecendo do Be a Bá. Ficamos tão fascinados com essas ferramentas que acreditamos que elas são o final, a razão de nosso sucesso. Não é verdade.

O que nos diferenciará, a não ser que seja um legitimo participante do Mercado de Luxo, é oferecer produtos e serviços com qualidade a preços justos. O negocio do varejo pode estar mudando, mas a base permanece a mesma.

Exponha seu produto novo na vitrine de sua loja e pesquise com sua equipe de vendas uma semana depois para sentir o resultado.

Se vendeu tudo, você acertou no modelo e no preço. Se entraram pessoas e não compraram, o produto atrai, mas o preço ou algo no produto não está bom. Se ninguém perguntou, o produto não foi aprovado. Tente dar descontos e parta para outra tentativa.

Varejo é composto de detalhes simples. Faça o simples e tenha sucesso. Sua loja vai estar sempre cheia de gente. Sabem como é, somente necessita seguir as regras do Be a Bá.

Até nosso próximo encontro.

Roberto Kanter. Em duas semanas teremos o primeiro evento de nosso portal. O tema será, ONegociodoVarejo…Mudou. Estarei presente em São Paulo e terei a honra de ser um dos palestrantes no Rio.

Venho pensando no tema, em como abordar o meu trabalho que envolve múltiplos canais de venda. Em minha viagem a Euroshop em fevereiro coletei diversos exemplos. Mas esse assunto fica para a próxima coluna e para nosso evento.

Na semana passada estava ministrando uma aula de marketing de varejo na cidade de São Paulo pela FGV e levei minha turma a andar pela Oscar Freire em uma visita técnica.

Foi muito divertido.

Andamos pela loja conceito da Melissa, pela nova Flagship da RCHL (é a futura assinatura da Riachuelo, copiando o modelo RBK feito para a Reebook), além da loja da Adidas, Nike e vitrines de diversas.

Acho que ministrar uma aula de varejo sem estar conectado ao mundo real é algo sem sentido. Fotos e filmes são bacanas, mas ir na loja é uma experiência sem igual.

Ao longo do passeio muitos alunos me perguntaram: Roberto, essas lojas estando aqui para ganhar dinheiro ou apenas para construir a Marca?

Confesso que não soube responder com precisão. A principio, voltando ao Be a Bá do varejo, todo Ponto de Venda deveria cumprir obrigatoriamente essas duas funções, sem detrimento uma da outra. Servir de vitrine para a Marca e ser rentável e portanto dar lucro.

O que nos leva a refletir sobre a irracionalidade dos preços no Brasil do imóvel comercial.

Um amigo passou alguns meses em Nova York estudando a abertura de um ponto. Querem saber quanto custa uma loja de uns 100 metros quadrados no Soho? Em torno de U$ 500.000,00 a U$1.000.000,00 de dólares ao ano. Algo como R$ 100.000,00 a R$ 200.000,00 por mês. Acham alto?

Perguntem a um corretor quanto custa o ponto de uma loja de tamanho semelhante na região da Oscar? Eu perguntei para um cliente. R$ 2.500.000,00 de luvas no ato e R$ 80.000,00 por mês.

No Be a Bá do varejo, luvas são simplesmente uma antecipação do aluguel.

Por mais que os índices de desenvolvimento de São Paulo sejam ótimos, continuamos sendo Brasil. E Nova York, particularmente o Soho, o centro do mundo e do fashion design.

Eles não podem cobrar menos que nós.

Quer dizer, eles podem.

Nós que não podemos cobrar igual ou mais que eles.

Simples assim!

Da mesma forma me refiro aos projetos de lojas, preços de arquitetos e demais fornecedores.

Reclamamos enquanto pessoas físicas do preço do restaurante, mas somos aqueles que cobramos um preço sem coerência por uma consultoria, serviços ou produtos. Acho que todo os serviços ligados ao varejo deveriam refletir sobre nossas práticas e preços. De Shoppings a fornecedores diversos.

Quando pensamos nas estratégias de marketing dos varejistas, é muito bacana ter site, vender pela internet, usar mídias sociais como ferramentas de engajamento, desenvolver modelos de venda via multicanais e utilizar tecnologia de ponta dentro do ponto de venda.

Mas estamos, mais uma vez, nos esquecendo do Be a Bá. Ficamos tão fascinados com essas ferramentas que acreditamos que elas são o final, a razão de nosso sucesso. Não é verdade.

O que nos diferenciará, a não ser que seja um legitimo participante do Mercado de Luxo, é oferecer produtos e serviços com qualidade a preços justos. O negocio do varejo pode estar mudando, mas a base permanece a mesma.

Exponha seu produto novo na vitrine de sua loja e pesquise com sua equipe de vendas uma semana depois para sentir o resultado.

Se vendeu tudo, você acertou no modelo e no preço. Se entraram pessoas e não compraram, o produto atrai, mas o preço ou algo no produto não está bom. Se ninguém perguntou, o produto não foi aprovado. Tente dar descontos e parta para outra tentativa.

Varejo é composto de detalhes simples. Faça o simples e tenha sucesso. Sua loja vai estar sempre cheia de gente. Sabem como é, somente necessita seguir as regras do Be a Bá.

Até nosso próximo encontro.

Roberto Kanter.

No comments yet